18 de julho de 2018

Raptors e Spurs fecham troca envolvendo Kawhi Leonard e DeMar DeRozan


Duas transações já fizeram muito barulho nessa pré-temporada da NBA. Primeiro, veio a informação de que LeBron James assinaria um contrato de 4 anos com o Los Angeles Lakers por US$ 154 milhões (clique aqui para saber mais). Depois, a informação que deixou alguns fãs da NBA mais revoltados do que o normal: DeMarcus Cousins, que estava sendo dado como certo com o Lakers, vai para o Golden State Warriors por US$ 5.3 milhões durante 1 ano de contrato com os atuais bi-campeões do melhor basquete do mundo.
A pré-temporada da liga norte-americana é conhecida por ocorrer rocas envolvendo jogadores bombásticos, chegando a ser franchise players. E na manhã dessa quarta-feira (18), uma troca envolvendo 2 dos maiores franchise players do basquete atual foi realizada depois de 2 semanas de conversa.
Sim, estamos falando de Kawhi Leonard e DeMar DeRozan. O Spurs e o Raptors fecharam uma troca hoje que envolveu os dois dos maiores astros do basquete dos Estados Unidos. A franquia do Texas receberá por parte da equipe canadense o ala-armador DeMar DeRozan e o pivô Jakob Poeltl, além de uma escolha protegida de 1ª rodada do Draft de 2019 (entre as posições 1 e 20), e enviará para Toronto o ala Kawhi Leonard e o ala-armador Danny Green. A informação foi dada através do Twitter por Adrian Wojnarowski, da ESPN norte-americana, fechando a novela de Kawhi Leonard que durava cerca de 1 mês.
Os torcedores parecem estar "contentes" com a transação, mas DeRozan e Kawhi parecem não mostrar a mesma euforia para defender as cores das suas novas equipes. De acordo com Chris Haynes, da ESPN dos Estados Unidos em sua conta do Twitter, Kawhi parece não ter  desejo de atuar pela equipe do Canadá.
DeMar DeRozan demonstrou em sua conta do Instagram através do stories que se sentiu traído pela diretoria do Raptors, já que recebeu diversas promessas durante a Summer League de que não seria trocado. "Foi dito uma coisa e o resultado foi outro. Não posso confiar neles. Não há lealdade nesse jogo. Vendê-lo rapidamente por nada. Logo vocês irão entender tudo. Não perturbem...", disse o ala-armador eleito 4 vezes para o All-Star Game.
O Raptors acredita que o ala eleito 2 vezes Defensive Player of the Year continue na equipe após o fim do seu contrato em 2019, já que podem oferecer um contrato de 5 anos por US$ 190 milhões para ele permanecer no Canadá após a temporada 2018-19 (as outras equipes podem oferecer um contrato de até 4 anos por US$ 141 milhões). Porém, o Raptors acaba tendo mais um problema com o MVP das Finais de 2014: Kawhi não esconde o desejo de defender o Lakers em 2019, sendo que essa foi uma das equipes que ele pediu para ir. Enquanto isso, Danny Green pode gerar mais uma dor de cabeça para a franquia de Toronto, já que ele tem US$ 10 milhões a receber e terá seu contrato encerrado junto com Kawhi Leonard
O Spurs já fica mais seguro do futuro de DeRozan e de Jakob Poeltl, já que o ala-armador ainda tem três anos por US$ 83 milhões restantes em seu contrato, enquanto o pivô possui mais 2 anos de contrato e US$ 6.7 milhões a receber.
Durante 7 temporadas no Spurs, Kawhi teve médias de 16.3 pontos, 6.2 rebotes, 2.3 assistências e 1.8 roubos de bola em 407 partidas disputadas (média de 30.4 minutos por jogo). Na última temporada, Kawhi teve médias de 16.2 pontos, 4.7 rebotes, 2.3 assistências e 2.0 roubos de bola em apenas 9 partidas (média de 23.3 minutos por jogo) devido a uma lesão no quadril.
Danny Green tem uma temporada a mais do que Kawhi Leonard no Spurs e teve médias de 9.1 pontos, 3.5 rebotes e 1.7 assistências durante 520 partidas (25.8 minutos por jogo). Na carreira (1 temporada pelo Cavaliers), suas médias 8.8 pontos, 3.4 rebotes e 1.6 assistências durante 540 jogos (média de 25.1 minutos). Na última temporada, Green teve médias de 8.6 pontos, 3.6 rebotes e 1.6 assistências durante 70 partidas (25.6 minutos por jogo).
DeMar DeRozan já está na NBA por 9 temporadas e nunca jogou em outra equipe sem ser o Raptors. Durante as 9 temporadas no Canadá, DeRozan tem médias de 19.7 pontos, 4.1 rebotes e 3.1 assistências em 675 jogos disputados (34.1 minutos por jogo). Na temporada 2017-18, DeRozan teve médias de 23.0 pontos, 3.9 rebotes e 5.2 assistências (melhor marca da carreira) e participou de 80 dos 82 jogos do Raptors na temporada (33.9 minutos por jogo).
Quem está a menos tempo na NBA é o pivô austríaco Jakob Poeltl. Em 2 temporadas na NBA (as 2 em Toronto), o pivô tem médias de 5.4 pontos, 4.1 rebotes e 0.5 assistências em 136 partidas disputadas (15.8 minutos por jogo). Na temporada passada, ele teve médias de 6.9 pontos, 4.8 rebotes e 0.7 assistências em todas as 82 partidas disputadas pelo Raptors (média de 18.6 minutos).

1 de julho de 2018

LeBron James assina contrato com o Los Angeles Lakers


O que era um rumor no começo da temporada, agora já é realidade. Depois de muito se especular o destino de LeBron James, a resposta final foi dada na noite desse domingo: o ala 3 vezes campeão da NBA está de malas prontas para Los Angeles e irá fazer parte do time do Lakers. A informação foi divulgada pelo jornalista norte-americano da ESPN, Adrian Wojnarowski, dizendo em sua conta oficial do Twitter que o contrato será de 4 anos por US$ 154 milhões de dólares (R$ 594 milhões) antes da hora, já que as informações eram de que King James já teria avisado aos seus familiares e pessoas próximas o seu destino, mas que só iria divulgar nesta terça-feira (3).
Diferente de o episódio chamado "The Decison" em 2010, quando LeBron demorou para anunciar que iria para o Miami Heat, LeBron agiu mais rapidamente, mesmo após sendo visto no aeroporto de Los Angeles. O ex-ala do Cleveland Cavaliers teve uma reunião com o Philadelphia 76ers nesse domingo, mas o 4 vezes MVP da liga não compareceu à reunião.
Com isso, LeBron acaba indo para o Lakers visando (além do título da NBA, colocando o Lakers como um dos favoritos a ser campeão na próxima temporada) aumentar seu legado como um dos maiores jogadores de basquete (se não o maior) de todos os tempos. King James vem de um repertório de 8 finais seguidas (desde a temporada 2010-2011), acumulando 3 títulos (em 2012 e 2013 com o Miami Heat e em 2016 com o Cleveland Cavaliers; em todas as ocasiões, ele foi eleito o MVP das Finais) e 5 vices (em 2011 para o Dallas Mavericks, em 2014 para o San Antonio Spurs e em 2015, 2017 e 2018 para o Golden State Warriors).
Durante sua passagem nos últimos 4 anos com o Cavaliers, LeBron James foi duramente criticado por conduzir uma equipe às Finais da NBA em uma conferência mais fraca. Porém, até a temporada 2021-22, o caminho dele pode não ser dos mais fáceis já que, para levar o Lakers até as Finais da NBA depois de 9 anos, ele terá que passar por franquias como o Houston Rockets (que re-assinou um contrato com o armador Chris Paul) e, principalmente, na sua pedra no sapato nessa última passagem em Cleveland: o Golden State Warriors. Desde 2015, Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors se enfrentam nas Finais da NBA, sendo 3 vitórias para o Warriors e 1 para o Cavs.
Saindo de um status de Deus em Cleveland, LeBron tenta reerguer uma franquia que acumula 16 títulos da NBA (atrás do Boston Celtics, que conquistou o "caneco" 17 vezes) e levar a franquia que teve nomes como Wilt Chamberlain, Kareem Abdul-Jabbar, Magic Johnson, Shaquille O'Neal e Kobe Bryant aos playoffs pela primeira vez desde 2013. Mas a história do Lakers não deve parar por aí...
Especulava-se de que Paul George também estaria de malas prontas para o Lakers, mas com o ala assinando um contrato com o Oklahoma City Thunder de US$ 137 milhões de dólares (R$ 528 milhões) por 4 anos, o outro foco que a franquia do Oeste da NBA acaba sendo o pivô do New Orleans Pelicans, DeMarcus Cousins. Boogie, como é chamado o pivô, está se recuperando de uma lesão no tendão de aquiles, tirando-o das quadras pelo restante da temporada após disputar todos os primeiros 48 jogos da temporada ao lado de Anthony Davis.
Outro nome que é muito especulado para estar ao lado de LeBron no Lakers é o de Kawhi Leonard, que pediu para o San Antonio Spurs trocá-lo e ainda disse que seu destino preferido é o Lakers. Boatos já mostram que o Lakers e o Spurs já tem uma troca fechada entre as duas franquias do Oeste, sendo que o Lakers enviará para o Spurs Kyle Kuzma e Josh Hart junto com uma futura escolha de primeira rodada para ter o duas vezes Defensive Player of the Year (temporada 2014-15 e temporada 2015-16) e MVP das Finais da NBA de 2014.
Durante as últimas 4 temporadas com o Cavs, LeBron teve médias de 26.1 pontos, 7.7 rebotes e 8.0 assistências durante 36.6 minutos de média em 301 partidas. Na temporada 2017-18, LeBron teve médias de 27.5 pontos (terceira maior média da temporada), 8.6 rebotes e 9.1 assistências (terceira maior média da temporada) durante 36.9 minutos em todas as 82 partidas disputadas pelo Cavs na temporada, sendo cogitado a ser o MVP da NBA na temporada 2017-18, perdendo o prêmio para o ala-armador do Houston Rockets, James Harden.

11 de junho de 2018

Qual será o destino de LeBron James?

Seja bem-vindo ao Basquete Nosso! O Golden State Warriors acabou a temporada 2017-18 da NBA com o título em cima do Cleveland Cavaliers de LeBron James por 4 a 0 nas Finais. Com isso, já está aberta a temporada de caça a astros do melhor basquete do mundo. E um dos astros que estão tendo grandes especulações no basquete norte-americano é o ala do Cavaliers: LeBron James. O número 23 da franquia de Ohio já demonstra interesse em algumas equipes da NBA para a próxima temporada. Mas como The King já disse na coletiva após o jogo 4 das Finais, ele está disposto a ir para alguma equipe que dispute títulos. A pergunta que fica agora na cabeça de todos os amantes da bola laranja e da nossa cabeça é: qual será o destino de LeBron James? Pensando nisso, o Basquete Nosso decidiu analisar os possíveis destinos do Rei para a temporada 2018-19.


Los Angeles


Não é de hoje que o nome de King James é especulado na Califórnia, mas o nome mais forte é a equipe do roxo e dourado: o Lakers. Além de ter uma casa na cidade mais famosa da região, é dono de uma produtora de filmes de Hollywood. Com muitos elogios a Lonzo Ball, a chance de reerguer um gigante adormecido e combinar um grande astro da NBA com a cidade dos astros são um atrativo para a ida de LeBron para Los Angeles. O "ruído" que iria dar de LeBron na Califórnia seria muito grande, só que maior caso o ala escolha o Lakers e não o Clippers.
Porém, existem alguns contra-pontos para a ida dele para a cidade do Oeste. O cenário acaba sendo mais difícil para o Clippers do que para o Lakers. Para o Clippers, que tem pouco espaço no teto salarial, teria que ocorrer uma rejeição de extensão de contrato por parte de DeAndre Jordan (US$ 24 milhões) e de Austin Rivers (US$ 12,6 milhões) e uma troca envolvendo Danilo Galinari (US$ 21,5 milhões).
Já o Lakers, que já tem US$ 35 milhões dos US$ 101 milhões garantidos por cada franquia, o cenário já é mais favorável. Isso significa que o Lakers pode oferecer um contrato máximo para LeBron em uma tacada só e montar o time do jeito que ele quiser podendo trazer outra superestrela da NBA. Paul George e DeMarcus Cousins são os nomes mais comentados para ajudar LeBron em uma reconstrução vitoriosa para o Lakers.

Houston


O lado Oeste para LeBron pode ser uma novidade, já que o ala só jogou em equipes no Leste norte-americano (Cleveland Cavaliers e Miami Heat). Mas ir para uma equipe com dois superastros do basquete, como Chris Paul e James Harden, pode ser muito chamativo para LeBron. Ele e Chris Paul são amigos (quem nunca viu a foto no Banana Boat?) e ir para uma equipe em que ele não tenha a total responsabilidade de em suas costas pode fazer uma conexão entre a equipe e o King, além do estado do Texas não ter imposto estadual, o faz o salário do tri-campeão da NBA valer cada centavo a mais.
Esse cenário já ocorreu na última temporada com a vinda de Chris Paul para o Texas. O GM da franquia, Daryl Morey, é especialista quando o assunto é troca envolvendo grandes astros sem perder os que a sua equipe já tem. Uma das formas de isso ocorrer é LeBron assinando sua extensão de contrato com os Cavs e o Rockets ir atrás de uma troca envolvendo Ryan Anderson, Eric Gordon e algumas escolhas de Draft por LeBron para liberar espaço financeiro dos dois lados. Mas esse cenário acaba sendo desfavorável para a franquia de Cleveland, já que terão que pagar taxas de US$ 150 milhões. Pagar para se ter LeBron na equipe não é ruim, mas ter que pagar sem ele e com jogadores coadjuvantes é pior ainda.
Por isso, a segunda saída é a franquia de Houston negociar diretamente com LeBron caso ele opte em ser um free agent saindo do contrato. Portanto, o Rockets teria que se desfazer de alguns jogadores para liberarem dinheiro para a contratação de LeBron e completar o elenco com contratos mínimos de jogadores ou contratos de exceções.

Philadelphia


Trust the Process? Não: Complete the Process! A relação de LeBron James com alguns jogadores do 76ers, como seu "primogênito" Ben Simmons, pode ser um diferencial na decisão dele. O pivô Joel Embiid, durante uma partida entre Cavs e Sixers, mostrou que está disposto a trazer King James para a equipe. Afinal, LeBron pode ser o jogador ideal para comandar os jovens do 76ers para a vitória e, quem sabe, para o título. Sem falar na ajuda que LeBron precisa para derrotar o Celtics nos playoffs (e até para o Philadelphia), ainda mais com as voltas de Kyrie Irving e Gordon Hayward às quadras.
A equipe da divisão Atlântica da NBA é uma das poucas equipes que tem espaço na folha salarial para a próxima temporada. Supondo que Amir Johnson (US$ 11 milhões) deixe o time e que J.J. Redick renove seu contrato abaixo dos US$ 23 milhões que recebeu na temporada 2017-18, o time se aproxima dos US$ 34 milhões pagos a LeBron na temporada passada. E caso J.J. Redick não renove, Joel Embiid e Ben Simmons podem ter outra peça importante além de LeBron James para ir atrás: Kawhi Leonard.

San Antonio


O Spurs precisa de ajuda para se reerguer. A decisão do futuro de Kawhi Leonard é um mistério que não pode ser desvendado tão facilmente. E a admiração que LeBron James e Gregg Popovich tem um pelo outro não é novidade. Na teoria, ver LeBron James usar o uniforme do Spurs seria algo perfeito. Ainda mais pela mudança do jogo do ala de 33 anos que continuaria chamando a responsabilidade mas se tornando um líder fora da quadra, já que o ativismo que King James tem é muito parecido com o ativismo de Gregg Popovich. Mas seria essa a saída para o Spurs chegar ao nível do Warriors ou do Rockets? Será que LeBron quer ir para um time sem ter uma garantia de brigar por títulos em sua 16ª temporada?
Vamos pensar na parte financeira do negócio. LaMarcus Aldridge (US$ 23,5 milhões), Kawhi Leonard (US$ 20,1 milhões) e DeJounte Murray (US$ 1,5 milhões) são algumas peças fundamentais no elenco. Pau Gasol (US$ 16 milhões) e Patty Mills (US$ 11,5 milhões) são jogadores com salários consideráveis. Danny Green (US$ 10 milhões) e Rudy Gay (US$ 8,8 milhões) tem a chance de renovarem seus contratos para a próxima temporada. Isso nos dá apenas um resultado: a folha salarial que o Spurs tem está pequena para contratar LeBron e manter seu elenco completo. A única solução para o Spurs seriam realizar trocas, mesmo sendo difícil encontrar algum destino para Pau Gasol e para Patty Mills.
Mas uma outra forma de Popovich contar com LeBron para a próxima temporada é a negociação entre Rudy Gay e Danny Green não darem certo e torcer por uma aposentadoria dos ícones Manu Ginobili e Tony Parker.

Miami


Voltar para o Cavs já foi uma tarefa que LeBron cumpriu em 2014. Agora, retornar para o Heat, equipe que o 4 vezes MVP da NBA conquistou o campeonato 2 vezes, é uma possibilidade (mesmo ela sendo pequena). Pat Riley e Dwyane Wade permanecem em Miami e continuar no Leste, onde King James doutrina já faz muito tempo, devem na consciência de LeBron, já que vai fugir das equipes do Oeste antes das Finais e existem chances de tornar o Heat a um dos favoritos ao título da NBA.
Porém, a franquia comandada por Pat Riley está perto de chegar no máximo de US$ 101 milhões permitidos pelo comissário Adam Silver. Ou seja, a criatividade para trazer LeBron de volta para Miami tem que ser muito alta. Algumas dores de cabeça para fazer o King James voltar a usar o número 6 da franquia da Flórida são liberar espaço com trocas envolvendo jogadores com contratos altos, como o pivô Hassan Whiteside (US$ 25, milhões) e dos alas-armadores Dion Waiters (US$ 12 milhões) e Tyler Johnson (US$ 19 milhões) e encontrar equipes que tenham vontade e espaço na folha salarial para assinarem com esses jogadores.

Cleveland


Não existe lugar melhor do que a nossa casa, não é? Pois bem. A cidade de Cleveland é resumida em duas palavras: LeBron James. E não digo isso somente no mundo esportivo. Ou LeBron "segura a barra" e fica onde está ou seu legado seria muito criticado por sair da equipe que o revelou no basquete mundial e ir formar uma "panela" em outro lugar quando as coisas não estão bem entre ele e a diretoria. Mas a exigência que LeBron tem feito é que ele consiga estar em uma equipe capaz de disputar títulos, algo que o Cavs (mesmo com o título de 2016) não foram capazes de fornecer, mesmo entrando a sua responsabilidade e suas reclamações de o Cavaliers gastar uma grana "desnecessária" com seus grandes amigos J.R. Smith e Tristan Thompson.
Olhando pelo ponto de vista financeiro, Cleveland parece ser o lugar mais atrativo para LeBron. Aliás, o Cavaliers, por deter de seus direitos, é a única franquia que tem a capacidade de assinar com LeBron um contrato de 5 anos por um valor de US$ 200 milhões ou mais. No máximo, cada franquia da NBA pode assinar um contrato por 4 anos em um valor de cerca de US$ 150 milhões.

Outras equipes acabam sendo comentadas como possíveis destinos de LeBron, como o Boston Celtics e o Golden State Warriors, mas esses acabam sendo mais improváveis de serem a próxima casa do número 23 que, provavelmente, deve sair de Cleveland e buscar novos ares no cenário do melhor basquete do mundo.

7 de junho de 2018

The Finals 2018

Seja bem vindo ao blog Basquete Nosso! O Golden State Warriors venceu mais uma contra o Cleveland Cavaliers e está a uma vitória de mais um título da NBA. Confira os melhores momentos
desse jogaço desta quarta-feira.




Golden State Warriors 110 @ 102 Cleveland Cavaliers (ESPN)





Jogo de sexta:

08/06- Golden State Warriors (3-0) @ (0-3) Cleveland Cavaliers (ESPN)



De Olho no NBB #165

Seja bem vindo ao blog Basquete Nosso! Nesta quarta-feira o Corinthians garantiu vaga na final da Liga Ouro 2018, na qual o campeão ganha vaga direta para o NBB 11. O Timão venceu o Macaé e está na espera de um adversário. Confira os dados da partida:



Macaé 67 X 69 Corinthians

Líderes
Thorton(25) Pontos Humberto, Schneider(13)
Rafael(9) Rebotes Humberto, Bruno, Abner(5)
Rava(4) Assistências Gustavinho(3)




Em instantes: Londrina X São José dos Campos

4 de junho de 2018

The Finals 2018

Seja bem vindo ao Basquete Nosso! No jogo 2 das finas da NBA 2018, o Golden State de Stephen Curry e companhia não quis dar chances ao Cleveland Cavaliers, com Steph em dia inspirada, o time de Oakland ganhou o segundo jogo em casa e abriu 2-0 na série.


Golden State Warriors 122 @ 103 Cleveland Cavaliers


Próximo jogo (06/06):
22h- ESPN- Golden State Warriors vs Cleveland Cavaliers

De Olho na NBB/Liga Ouro #163

Seja bem vindo ao Basquete Nosso! O São José Basketball está a uma vitória da decisão da Liga Ouro. Na noite deste domingo (03/06), em casa, no Ginásio Lineu de Moura, o time do Vale do Paraíba venceu novamente o Londrina Unicesumar Basketball, por 57 a 52, e abriu 2 a 0 no confronto válido pelas semifinais da Divisão de Acesso ao NBB CAIXA.


São José 57 @ 52 Londrina

Líderes
Márcio (18) pontos Lucas Lima (12)
Márcio (11) rebotes Pezão (8)
D.Nunes (5) assistências Michel (4)
Próximos jogos (04/06):
Liga Ouro- 20h- Macaé Basquete vs Corinthians

3 de junho de 2018

De olho na NBB/Liga Ouro #162

Seja bem vindo ao Basquete Nosso! Na vitória na casa do time de Mogi Das Cruzes, Paulistano abriu 3-1 na série e conquistou o título inédito do NBB Caixa 17/18, com destaque para o menino Yago que marcou 21 pontos na partida. Confira!


Paulistano 82 @ 76 Mogi Das Cruzes

Líderes
Jimmy (28) pontos Yago (21)
Jimmy (9) rebotes Jhonatan (7)
Larry (3) assistências Deryk (5)

Próximos jogos (03/06):
Liga Ouro- São José (2) vs (0) Lonrina

2 de junho de 2018

Paulistano derrota Mogi fora de casa e é campeão do NBB 10

Na tarde desse sábado (2), a equipe do Paulistano/Corpore derrotou o time do Mogi das Cruzes/Helbor pelo placar de 82 a 76 no Ginásio Professor Hugo Ramos e se sagrou campeão do NBB 10, levanto o primeiro título do Novo Basquete Brasil depois de 2 vice campeonatos (no NBB 6, foi derrotado pelo Flamengo; no NBB 9, o campeão acabou sendo o Bauru). A partida teve transmissão do SporTV e da Band e a presença do Basquete Nosso nas arquibancadas. O destaque da equipe alvirrubra paulista foi o ala Lucas Dias, com 20 pontos, 5 rebotes e 1 assistência. Pelo lado do Mogi, Jimmy se destacou com 28 pontos, 9 rebotes e 2 assistências.


O primeiro quarto de partida começou muito disputado, deixando em aberto se teríamos o 5º jogo ou se a partida acabaria na cidade do interior paulista. Shamell começou com a mão quente, fazendo 5 pontos para os comandados pelo técnico Guerrinha e abriu 10 a 0 no placar. Mas Gustavo de Conti não quis saber e impôs seu jogo para acabar os primeiros 10 minutos em 23 a 23. Com um bom aproveitamento nos arremessos de 3 pontos, o Paulistano anotou 31 pontos no 2º quarto e foi para os vestiários com o placar favorável por uma diferença de 7 pontos e com a maior pontuação anotada por uma equipe nas Finais do NBB até o intervalo: 54 a 47.
O terceiro quarto começou frio, com as duas equipes levando quase 4 minutos para anotarem 2 pontos cada uma. Porém, o "garoto endiabrado" Yago não quis saber de produções ofensivas baixas e anotou 7 dos 13 pontos do Paulistano no 3º quarto deixando a liderança aumentar para 9 pontos: 67 a 58. Porém, o melhor ainda estava por vir.
O Mogi, empurrado pela sua torcida que lotou seu ginásio, foi se impondo defensivamente e, com grandes contribuições de Larry Taylor e de Jimmy, a diferença chegou a diminuir e o placar ficou inalterado durante 2 minutos em 78 a 75 para os visitantes. Mas como a equipe do técnico Gustavinho queria encerrar a série fora da capital, Deryk acertou um arremesso quando restavam cerca de 26 segundos para encerrar a partida. O Mogi foi marcando faltas para levar seu adversário para a linha do lance livre, mas não teve jeito: vitória do Paulistano/Corpore por 82 a 76.
O técnico campeão, Gustavo de Conti, comentou sobre a vitória de sua equipe e do primeiro título de NBB do Paulistano e de todos os jogadores de sua equipe. "O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona. Todos os times merecem ser campeões, mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", comentou o técnico que confirmou que ficará em São Paulo após ser procurado pelo Flamengo.
Antes do caneco ser levantado, foi anunciado quem seria o jogador mais eficiente dos 4 jogos que receberia o prêmio de MVP (Jogador Mais Valioso) das Finais. Entregue pelo lendário Amaury Pasos, o pivô Guilherme Hubner foi nomeado o melhor jogador das Finais com média de 11.7 pontos, 6.2 rebotes e 13.5 de eficiência. O MVP disse que o seu foco não era se destacar, mas sim ajudar a equipe a levantar o título inédito. "Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse.
Mesmo sendo derrotado em sua primeira final de NBB, o técnico Guerrinha falou que, mesmo sem o título de campeão, o Mogi sai de quadra vitorioso pela campanha que realizou. “Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos”, acrescentou o comandante mogiano.
O próximo confronto das duas equipes será por volta do mês de agosto, quando se inicia o Campeonato Paulista, torneio que o Paulistano saiu campeão na edição anterior. O NBB 11 começará entre o mês de outubro e o mês de novembro.

Confira os melhores lances do jogo 4 das Finais do NBB 10:


The Finals #6

Bem Vindo ao Basquete Nosso! Começou a final da NBA da temporada 17-18! E que jeito para começar! Depois de ver o que Lebron fez no jogo 7 da final de conferência, em Boston, a equipe de Steve Kerr entrou em quadra com o objetivo de que ele não fizesse coisa parecida no jogo dessa quinta. Resultado: Missão fracassada. Ele conseguiu fazer melhor ainda. Mas vamos do começo.
O jogo começou com Cleveland sempre um pouco à frente. Após "papai" (como Lebron é chamado carinhosamente por Rômulo Mendonça) ter acertado os 6 primeiros arremessos que tentou, a equipe de San Francisco percebeu que precisaria de todas as suas estrelas contribuindo bem, além de uma ajudinha dos reservas, que é sempre importante. E com Curry acertando bolas impossíveis como sempre, eles conseguiram manter o placar perto. Klay Thompson vinha muito bem também, até um lance que JR Smith escorregou, derrubando-o, e obrigando-o a sair mancando para o vestiário. Ele voltaria depois, mas depois desse lance, a torcida californiana passou a vaiá-lo constantemente. Errou quem pensou que esse seria o lance mais bizarro do "shooting guard" dos "Cavs" na partida. No segundo quarto, Cleveland consegui abrir 11, mas ninguém nem ousava relaxar, pela fama do 3º quarto dos Warriors. Só que ontem, o 3º quarto começou mais cedo, com Golden State tendo conseguido uma grande reação e com uma bola de 3 de Curry do meio da quadra, o jogo foi para o intervalo 56X56. Na volta, foi a vez do time de Oakland abrir vantagem. Mas ninguém conseguia parar Lebron. O ala conseguiu botar Cleveland no páreo mais uma vez. No final de partida, jogadas fantásticas das duas equipes e uma falta de ataque de Durant em Lebron que foi revertida na revisão dos juízes para falta de defesa. O lance gera polêmica até agora, com o comentarista de arbitragem da Espn americano tendo entendido que Lebron estaria numa chamada "legal guarding position" (posição legal de marcação). Com Cleveland vencendo por 2, Curry infiltrou e anotou  2 pontos e a falta, deixando o jogo 107x106, com Cleveland ainda com uma posse. O armador George Hill sofreu a falta e foi pra linha de lance livre. Acertou o 1º, empatando o jogo e errou o segundo. Lembra, que eu falei que a escorregada do JR Smith não seria o lance mais bizarro dele na partida? Então... Faltando 4 segundos, George Hill errou o 2º lance livre. O rebote caiu na mão do ala-armador de Cleveland. Perto da cesta, a dúvida; será que ele tentaria a cesta ou buscaria o Lebron, que nessa altura já tinha absurdos 49 pontos? Nenhum deles. Jr levou a bola para o meio, achando que Cleveland estava com a vantagem. Resultado? 107 X 107 e prorrogação. A prorrogação foi uma surra dos Warriors, um retrato do psicológico dos Cavaliers após o lance final. No último lance, confusão. Livingston quebrou o código de ética da NBA e arremessou a bola mesmo com o jogo ganho. Tristan Thompson não ficou feliz e é claro, Draymond Green entrou no meio. No final, os 51 pontos, 8 rebotes e 8 assistências do "papai" não foram suficientes para a vitória dos "Cavs". Depois desse jogo fantástico, agora é esperarmos domingo às 22:00 o jogo 2, novamente na Oracle Arena.

Cleveland Cavaliers (0) 114 X 124 (1) Golden State Warriors

Veja os melhores  momentos desse jogaço


Veja o lance de Jr Smith

Próximos jogos:
Domingo- 03/06
22:00
Jogo 2:
Cleveland Cavaliers (0) X (1) Golden State Warriors
OBS: Todos os jogos da final serão transmitidos exclusivamente pela ESPN.